quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Concurso Mundial de Vinhos em PETROLINA


A cidade de Petrolina (PE) recebe a sexta edição do Concurso Mundial de Bruxelas – Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos Finos, coorganizado pelo belga Concours Mondial de Bruxelles, entre os dias 10 e 13 de setembro.


O evento brasileiro será realizado pela segunda vez no Nordeste do País, e este ano terá como cenário o Vale do São Francisco, uma das mais novas e surpreendentes regiões vinícolas do Brasil.


Um júri formado por seis profissionais internacionais atuantes na Inglaterra, Bélgica, Itália, Alemanha, Japão, Portugal e Estados Unidos, além de 15 jornalistas brasileiros especializados irão avaliar vinhos e também destilados elaborados no País. O objetivo dos organizadores é divulgar as bebidas no mercado internacional, tendo como avalistas profissionais reconhecidos internacionalmente, e obter uma avaliação real dos produtos brasileiros sob a visão de especialistas estrangeiros, com cultura e paladar diferentes dos nossos.


Em sua sexta edição consecutiva, são esperadas aproximadamente 200 amostras de vinhos finos do Brasil, entre espumantes, tintos, brancos e rosados, secos e doces, e cerca de 50 amostras de destilados. As medalhas concedidas são Grande Ouro, Ouro, Prata e Bronze, e seguem os critérios da Organisation Internationale de la Vigne et du Vin (OIV).


O Concurso Mundial de Bruxelas - Edição Brasil é organizado pela revista Vinho Magazine e aVinopres, empresa que há mais de dez anos realiza o Concours Mondial de Bruxelles. O evento conta, ainda, com o apoio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), do Instituto do Vale do São Francisco, do Sebrae-PE, da prefeitura de Petrolina e do governo do Estado de Pernambuco.


Fonte: BRASILTURIS JORNAL

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PORQUE TOMAR VINHO


Vídeo muito interessante enviado pelo amigo Ivano Caron, discute as qualidades do vinho tinto, os polifenois e o resveratrol.

Saúde !

Eduardo Tlach
VINHO AO SEU ALCANCE

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Almaden em nova fase?

A vinícola Almaden pertencente a Pernod Ricard, poderia ser negociada, segundo informou o site do jornal DCI. Nesses últimos anos as vendas da Almaden caíram de um milhão e cem mil caixas (seis garrafas), para 300 mil caixas.

Em 1974, a Almadén foi pioneira ao plantar uvas viníferas européias na Campanha, região entre Bagé e Rivera no Uruguai.

As principais interessadas seriam a Salton e a Miolo.

A Pernord Ricard não se manifestou, portanto são só especulações até o momento.



Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE

domingo, 23 de agosto de 2009


UM LIVRO FORA DO ALCANCE...


AS MELHORES ADEGAS

Livro sobre e com vinhos vai custar um milhão

Um livro sobre as 100 melhores adegas do mundo, que pesará 30 quilos e do qual só serão editados 100 exemplares, vai estar à venda na Primavera de 2010 por um milhão de euros.

A obra virá acompanhada por 600 garrafas de vinho: seis de cada um dos 100 produtores que serão seleccionados para a obra única. A iniciativa é da Kraken Opus, uma editora de livros de luxo, sem precedentes e que identifica como a sua missão "produzir publicações de luxo, à escala épica, apresentados num formato de desenho único". A editora é responsável por livros extravagantes sobre figuras como a estilista Vivienne Westwood ou o futebolista Diego Maradona. No caso deste livro sobre e com vinhos, a Kraken Opus vai convidar um painel de especialistas que escolherá uma lista de 300 produtores. Um segundo grupo de 40 enólogos e escanções fará a selecção final.

http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1342129&seccao=Livros

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Gripe H1N1:Vinho do Porto usado pelos bombeiros da Régua para prevenir gripe pneumónica há um século

Vila Real, 20 Ago (Lusa) - Quando a gripe pneumónica atingiu a região do Douro, há um séculos atrás, os bombeiros da Régua recorreram a um "saboroso" desinfectante: o vinho do Porto, e o método parece ter resultado porque nenhum deles foi contagiado com aquela doença.

A história foi contada por um antigo bombeiro da Régua, António Guedes, que na década de sessenta publicou no jornal "Arrais" as suas recordações, e relembrada hoje à Agência Lusa pelo presidente da Federação Distrital dos Bombeiros de Vila Real, Alfredo Almeida.

António Guedes tinha 24 anos quando a pandemia da gripe espanhola atingiu o Douro, na Primavera de 1918.

Na altura, segundo Alfredo Almeida, os bombeiros da Régua desempenharam um papel "importante no apoio sanitário aos infectados e viveram, sem alarmismos, os momentos mais críticos deste nefasto acontecimento".

Através daquele jornal, António Guedes contou que a sua corporação montou "um improvisado hospital na casa onde hoje está o Asilo Vasques Osório, o qual ficou sob a direcção do médico da nossa corporação, o senhor doutor Luís António de Sousa".

"Ainda não existiam ambulâncias na corporação, e éramos nós bombeiros, que com macas portáteis, íamos buscar os doentes a suas casas e os transportávamos para o hospital, sublinhou.

No seu relato, Guedes frisa o facto de nenhum dos bombeiros se ter contagiado com aquela terrível doença, certamente devido à desinfecção a que eram sujeitos sempre que chegam com qualquer doente.

"E recordo-me muito bem que, dessa desinfecção, constava um 'medicamento', um 'antibiótico' muito agradável, que era o vinho do Porto. O primeiro gole seria para bochechar e deitar fora e o restante conteúdo do cálice (bem grande, por sinal) era para ingerir", salientou.

Alfredo Almeida disse desconhecer quantas pessoas a pneumónica vitimou no concelho do Peso da Régua, mas, referiu que de Norte a Sul do país, "terá implicado perto de 150 mil casos mortais".

"A ser verdade, e não temos razões para duvidar, os efeitos do vinho do Porto, como poderoso desinfectante, talvez pelo seu teor alcoólico, terá resultado em 1918 como uma boa medida de prevenção ao vírus da gripe", sublinhou.

O padre Artur Gomes tinha apenas dois anos quando a sua aldeia, Vale Salgueiro (Mirandela), foi atingida pela gripe pneumónica e na sua memória guarda as histórias de "pavor" contadas pelas pessoas mais antigas.

"A minha mãe falava muitas vezes dos muitos familiares que morreram por causa daquela gripe. Os meus pais sobreviveram, mas os seus pais morreram", salientou.

Artur Gomes lembrou que a sua aldeia não tinha médicos ou bombeiros, por isso mesmo diz que as pessoas recorriam aos remédios caseiros, como o chá da flor do sabugueiro.

Alfredo Almeida referiu que, há um século atrás, "se viveram tempos de alguma improvisação".

Hoje os bombeiros da Régua já têm um plano de contingência mas, segundo o responsável, continuam a ter uma garrafeira onde existem, claro está, muitas garrafas de vinho do Porto.

"Não há razões para haver pânico. Estamos preparados com máscaras ou desinfectantes, com os meios necessários para e se a crise sanitária nos atingir", sublinhou.

PLI.

Lusa/Fim

Fonte: Jornal Expresso

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/531814

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

CURSO DE ENOLOGIA E LÍNGUA FRANCESA


Uma viagem entre as principais regiões vinícolas francesas na companhia de um legítimo sommelier francês, sem sair de São Paulo, é o que a Aliança Francesa está oferecendo para aqueles que têm bons conhecimentos de francês.


O curso será ministrado na unidade Jardim América, rua Bela Cintra, 1.737. Serão três roteiros, todos com duração de 3 horas por dia:


Paris e Bourgogne – 15 e 17.09

Bordeaux e Vale do Rhône – 29.09 e 01.10

Vale do Loire e Alsácia – 27 e 29.10


Cada roteiro tem o preço de R$ 450,00, as datas de inscrição devem ser confirmadas através do telefone 3062-9013. Site: www.aliancafrancesa.com.br.


Algumas particularidades que serão abordadas de cada região:


Paris: os grandes ícones da gastronomia e da degustação francesa.

Bourgogne: Os vinhedos, suas particularidades e organização. O papel dos monges na vinicultura. A história do Clos Vougeot.

Bordeaux: A história dos châteaux. A classificação histórica dos vinhos bordelais.

Vale do Rhône: A herança do Papado em Avignon. A criação dos A.O.C.

Vale do Loire: Os vinhos do Loire e os seus castelos. O vinho na literatura. Baudelaire, Balzac entre outros.

Alsácia: Os sommeliers de maior renome. Como escolher um vinho em função do cardápio, a harmonização entre vinho e gastronomia.


Cada região estudada será acompanhada da degustação de 3 vinhos de qualidade de seu terroir.


Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE

terça-feira, 18 de agosto de 2009


Aurora Quatro vezes campeã

Pelo quarto ano consecutivo, a Cooperativa Vinícola Aurora é líder Brasil em vendas de vinho tinto e vinho branco. Os dados são do ranking da Associação Paulista de Supermercados (APAS), através de pesquisa apresentada pela ACNielsen, com base nos números de 2008.
Desde 2004, a Aurora é campeã de vendas em todo o Brasil, líder absoluta em vinhos tintos e brancos, e entre as espumantes é a mais vendida na região Sul. (RS, SC e PR).

Fonte: http://www.vinicolaaurora.com.br

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Substância presente no vinho tinto previne infecções graves

Uma equipa de cientistas da universidade escocesa de Glasgow anunciou ter descoberto que um anti-oxidante que existe em grandes quantidades no vinho tinto previne infecções que podem degenerar em septicémias (infecções generalizadas do corpo).

Este anti-oxidante, o resveratrol, encontra-se na pele das grainhas da uva e em muito maior quantidade no vinho tinto do que no vinho branco. Também já lhe foram atribuídos outros benefícios para a saúde: prevenir a formação de coágulos e combater o cancro.

Numa experiência com dois grupos expostos a um potente agente de infecção, a equipa de cientistas descobriu que o grupo que não tinha feito um tratamento prévio à base de resveratrol desenvolveu uma reacção grave semelhante a uma septicémia, que pode causar falha generalizada dos órgãos e a morte.

Por outro lado, o grupo que recebeu doses de resveratrol não desenvolveu qualquer tipo de infecção. Segundo os investigadores, o resveratrol impede a formação de duas enzimas que têm um papel fulcral no desenvolvimento de inflamações graves, a sphingosine kinase e a phospholipase D.

“Doenças inflamatórias severas como a septicémia são muito difíceis de tratar e muita gente morre por falta de tratamento”, explicou o médico Alirio Melendez, um dos cientistas da equipa da universidade de Glasgow.

“Ainda por cima, muitas pessoas que sobrevivem a uma septicémia saem dela com uma péssima qualidade de vida devido aos danos causados pela infecção aos diversos órgãos internos. O objectivo último do nosso estudo era o de identificar uma nova terapia para ajudar no tratamento de doenças inflamatórias severas”, explicou.

Esta descoberta foi publicada no jornal da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB, no acrónimo em inglês). “O potencial terapêutico do vinho tinto estava engarrafado desde há milhares de anos e agora os cientistas descobriram os segredos, identificaram a forma como a acção do resveratrol pode gerar novos tratamentos contra infecções mortais”, declarou o director do jornal da FESAB, Gerald Weissman.

Fonte: semanal.omirante.pt

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Memória do Vinho brasileiro

Laren começa a formar banco de dados nacional do vinho

03-08-2009

Projeto prevê a microvinificação de amostras de cinco regiões, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Vale de São Francisco, Minas Gerais e São Paulo

www.ibravin.org.br/int_noticias.php?id=197&tipo=N

O Laboratório de Referência Enológica (Laren) começou a formar um banco de dados nacional do vinho. A coordenadora do projeto, que iniciou este ano, é a professora Regina Vanderlinde, coordenadora de pesquisa do Laren, mantido pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), em parceria com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). “O objetivo é formar uma memória dos vinhos brasileiros produzidos a cada safra em cada uma das principais regiões vitivinícolas do país”, explica.

Para formar este banco de dados nacional, o Laren realizou, nesta safra, 230 microvinificações no Rio Grande do Sul e 60 em Santa Catarina. No segundo semestre, colherá 40 amostras no Vale do São Francisco (reunindo os estados de Pernambuco e Bahia) e de 10 a 20 amostras em São Paulo e Minas Gerais. “Isto nos permitirá uma comparação entre todas as regiões produtoras de uvas e vinho no Brasil”, destaca Regina. “Poderemos ainda conhecer mais a fundo as características dos vinhos elaborados no nordeste do Brasil”.

Tecnicamente, o banco de dados será utilizado para estabelecer padrões oficiais de razão isotópica de vinhos brasileiros. “As análises isotópicas são utilizadas para determinar a autenticidade de alimentos, como a adição de açúcares exógenos em vinhos e sucos de frutas e de água exógena em vinhos, além também auxiliar na determinação da sua origem geográfica”, explica a pesquisadora.

No dia 21 de agosto, um workshop no Laren, em Caxias do Sul, reunirá todos os parceiros do projeto. As vinificações no Vale do São Francisco são realizadas pela Embrapa Semi-Árido; em Santa Catarina, pela Epagri; em Minas Gerais, pela Epamig; e em São Paulo, pela Unesp de Botucatu. Depois, todas as amostras são enviadas para a análise final do Laren.

Saiba mais
- O Laren está situado em Caxias do Sul, junto à sede da Divisão de Enologia do Departamento de Produção Vegetal (DPV) da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa).

- É mantido com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis), encaminhados conforme convênio com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).

- A equipe do Laren, coordenada pelo engenheiro agrônomo Plínio Manosso, é formada por: Sandra Valduga Dudra (coordenadora de qualidade), Gilberto J. Carniel, Angela R. Marcon, Lauriem Adami, Suziane Leonardelli, Fernanda Spinelli e a coordenadora de pesquisa, Regina Vanderlinde.