quarta-feira, 9 de dezembro de 2009






VISITA A VINÍCOLA GÓES


Sexta Feira , 04.12.09, saímos as sete horas do SENAC de Santo André, onde leciono aulas de Bar e Enologia para as turmas de Hotelaria em direção a Vinícola Góes, em São Roque, para uma visita técnica.

Triste constatar mas levamos quase duas horas para chegar na marginal Pinheiros, trânsito pesado com duas motocicletas acidentadas pelo caminho.

Na Raposo Tavares ficamos olhando o enorme congestionamento do outro lado da pista, na chegada a São Paulo. No meio desta confusão liguei para o Fábio Góes que nos aguardava as 9h30min, avisando que chegaríamos atrasados.

Dia de chuva fina, a temperatura baixou um pouco em São Roque, mas tivemos sorte, depois de assistir um vídeo sobre a empresa fomos até um parreiral laboratório da Góes e naquela hora não choveu.

Fomos recebidos pelos Enólogos Marcelo e Fernando, que nos deram orientações sobre o sistema de plantio e depois sobre a vinificação.

Muito bom ver os cachos de uva formando figuras delicadas como nas chardonnays.

Almoçamos no restaurante da vinícola, com um serviço e comida de boa qualidade. Logo em seguida continuamos a visita desta vez com o Fábio que nos mostrou toda a parte industrial, o prédio, as máquinas de envase, os tonéis de madeira que aos poucos serão substituídos pelos de inox.

Chega a hora de degustar os vinhos da casa. Muitos vinhos interessantes estão sendo feitos em São Roque, como o cabernet sauvignon Tempos, apesar de ser um demi-sec, não é só vinho de mesa que se produz nesta cidade.

A Góes tem uma empresa em Flores da Cunha chamada Góes-Venturini e lá foi produzido um chardonnay o Reserva 2007 que vem ganhando vários prêmios em feiras internacionais. Realmente um grande vinho, frutado, equilibrado, desce macio.

Outros vinhos interessantes são o Le Bateleur, cabernet sauvignon e um moscatel espumante o Vivere.

Agradecemos a paciência do Fábio Góes e de toda equipe da Vinícola Góes, que nos atenderam com muito carinho.

Finalizada a visita, retornamos e o trânsito não foi diferente do visto na manhã.

Um bom passeio, São Roque está a 80 km de Santo André, quando o Rodoanel estiver pronto creio que a viagem será mais tranqüila.


EDUARDO TLACH

VINHO AO SEU ALCANCE

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

26.11.09

QUEIJO COALHO BUSCA CERTIFICADO

Matéria publicada no Diário do Nordeste diz que produtores estão atrás de certificado de Indicação de Procedência para o queijo Coalho, produto natural do Nordeste brasileiro.

EDUARDO TLACH

VINHO AO SEU ALCANCE

26/11/2009

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=696735

Encontro promovido pela Embrapa busca dar orientações aos produtores sobre como obter este diferencial

Fortaleza. Assim como o vinho do Vale dos Vinhedos (RS), a cachaça de Paraty (RJ), o café do Cerrado e a carne dos pampas gaúchos, produtores de queijo coalho do Nordeste buscam obter a indicação geográfica, um tipo de certificação que busca promover a tradição regional e as práticas produtivas de um determinado produto. Para discutir os diversos aspectos da indicação geográfica, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) promove, de hoje até amanhã, o I Encontro da Cadeia Produtiva de Queijo Coalho do Nordeste.

O encontro acontece na sede da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza, e deve reunir produtores, pesquisadores e demais interessados envolvidos na cadeia produtiva do queijo coalho. Segundo Socorro Bastos, pesquisadora da Embrapa e coordenadora do evento, a meta é orientar e mobilizar os produtores para tentar obter a indicação geográfica, o que pode agregar valor ao produto e torná-lo conhecido.

"O queijo coalho é uma tradição em todo o Nordeste, mas percebe-se que há diferenças no preparo de Estado para Estado. Também não é fácil conseguir a indicação geográfica, é preciso tempo e muita organização. Atualmente só quatro produtos brasileiros a possuem, e nenhum produto do Nordeste obteve a indicação geográfica. O vinho do Vale dos Vinhedos, por exemplo, demorou dez anos para conseguir esse diferencial", afirma a pesquisadora.

Representantes de instituições internacionais, como o Centro Nacional de Denominações de Origem Leiteira (França) e a Universidade Católica do Porto (Portugal), além de nacionais como o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi, que concede a indicação geográfica) vão proferir palestra durante o encontro.
Karoline Viana
Repórter

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mascara de vinho melhora o bronzeado

http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/vinoterapia-garante-bronzeado-mais-uniforme-514726.shtml

Nas clínicas de estética, o vinho vem sendo usado como cosmético para esfoliação e hidratação da pele

A máscara feita à base de vinho, que pode servir para esfoliar e hidratar rosto e corpo, é cheia de benefícios e pode ajudar a garantir um bronzeado mais uniforme, segundo Blanch Marie, dona do instituto de estética que leva seu nome. (Veja abaixo como fazer sua própria máscara facial com vinho.)

A polpa e a casca da fruta são ricas em polifenóis, cujo poder antioxidante supera em cem vezes o da vitamina E, complexo peptídico e Idebenona, substância capaz de combater os radicais livres, melhorando o aspecto de rugas e manchas. Assim, a vinoterapia atua na produção de colágeno e elastina, além de prevenir o envelhecimento das células.

Durante o verão, o tratamento deve ser realizado no mínimo três dias antes da exposição ao sol. São recomendadas quatro sessões: duas antes de se expor ao sol e duas após a exposição, para combater o ressecamento da pele e garantir que o bronzeado dure mais tempo.


Máscara de vinho para o rosto
½ xícara (chá) de vinho tinto
1 sachê de gelatina sem sabor
1 colher de iogurte natural
Dissolva o sachê de gelatina sem sabor em água morna e misture com o vinho e o iogurte

Deixe durante 20 minutos na geladeira. Espalhe pelo rosto, pescoço e colo, e retire após 20 minutos com algodão úmido.

domingo, 22 de novembro de 2009

ANTONIO BANDERAS VAI PROMOVER O ENOTURISMO

Após comprar 50% de uma propriedade vinícola no norte da Espanha, em março deste ano, Antonio Banderas disse ao jornal El Mundo que pretende dedicar-se ao turismo na localidade de Villalba de Duero, no coração da região demarcada de Ribera del Duero.


Estuda a construção de um pequeno hotel para os amantes do vinho.

A propriedade chamava-se Anta Bodegas e que agora se chamará de Anta Banderas, produz em torno de 600mil garrafas de vinho com capacidade de chegar a 2 milhões, sem perder a qualidade.

EDUARDO TLACH
VINHO AO SEU ALCANCE

quarta-feira, 18 de novembro de 2009


FAÇA O SEU BLEND...

Reportagem de Brás Henrique no Estado de São Paulo, diz que vinícola permite que você componha seu vinho através de um kit com seis garrafas de 375 ml.

Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE


http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,de-seis-garrafas-compoe-se-uma-bebida-unica,468194,0.htm


Cliente recebe um manual com todas as explicações.Pedido mínimo é de 60 unidades


- Personalizar o próprio vinho é a inovação da Villaggio Bonucci. O kit Fuse Box Vinhos, produzido em parceria com a Larentis, de Bento Gonçalves, foi montado para o "amigo do vinho" levá-lo para casa, criar a receita em reunião com parentes ou amigos, e depois fazer o pedido, inclusive com rótulo próprio. A mistura de sabores e aromas é conhecida com "assemblage", comum em Bordeaux, na França. "A meta é chegar a um vinho superior aos seis do kit", explica Victor Bonucci. Segundo ele, esse kit só existe em dois lugares no mundo: o seu e um de uma vinícola da Califórnia, nos Estados Unidos.

RECEITA PRÓPRIA

O kit Fuse Box, lançado em janeiro deste ano, reúne 6 garrafas de vinho, com 375 mililitros cada, das varietais cabernet sauvignon barricado, cabernet sauvignon frutado, cabernet franc, merlot, marcelan e ancellotta. Uma proveta (para 100 mililitros) e duas pipetas, além do manual, completam o kit, que custa R$ 186. "É um exercício para fazer o próprio vinho", comenta Bonucci, lembrando que um cliente baiano fez a sua receita e comprou 480 garrafas, como rótulo personalizado, para distribuir aos amigos.

Com a receita pronta, é só encaminhar à Villaggio Bonucci. O pedido mínimo é para 60 garrafas. Desde o lançamento, cerca de 150 kits foram vendidos. Pelo menos seis outros clientes compraram 60 garrafas cada, com suas fórmulas personalizadas.

Bonucci diz que o manual contém todas as informações necessárias para criar a própria mistura de vinho. A base de cada fórmula, seguindo receitas comuns em Bordeaux, deve ser o cabernet sauvignon (30%). Bonucci enfatiza que é possível até que alguém crie sua receita, seu rótulo e até comercialize o vinho como se fosse de sua produção. "Na Califórnia há exemplos de receitas feitas por terceiros que foram cotadas em mais de US$ 100, de tão boas que ficaram", menciona o vinicultor. Ele recomenda que as misturas sejam feitas em reuniões entre amigos, para aproveitar todos os vinhos, já que guardá-los para outras ocasiões poderá interferir nos aromas e sabores.

Alguns exercícios de assemblage foram feitos em São Paulo, Indaiatuba e no próprio restaurante Villaggio Bonucci. "Como é novidade, o kit demora a entusiasmar a pessoa, mas ele é um dos bons produtos dessa vinícola", afirma o otimista Bonucci. O próximo passo será divulgar o kit para as grandes empresas, para atrair executivos após convenções ou congressos. "A assemblage ocupa o tempo à noite, após um evento."

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sobre a taça certa para cada vinho...


Participei uma vez de uma degustação de taças com o Sr. Riedel em São Paulo, confesso que meu nariz não era tão afiado, mas consegui observar alguma variação na degustação.

Realmente uma taça apropriada realça o sabor dos vinhos como mostra a matéria publicada no site abaixo.

Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE


http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=3496


Membro de uma família que há dez gerações produz copos de cristal para vinho, com mais de 300 formas distintas para distintos vinhos, Georg Riedel, que está no Porto para apresentar uma prova de vinhos em diferentes copos, agora com distribuição nacional, sublinhou que os seus copos são concebidos para enfatizar a harmonia do vinho.
"Concebemos os nossos copos, ao longo dos últimos dois séculos e meio [a fábrica da família Riedel abriu em 1756] pelo método de tentativa e erro [trial and error] até chegar ideal para cada vinho", disse.
Georg Riedel referiu que hoje a ciência já avançou o suficiente para fornecer a explicação científica para o facto de um copo ressaltar a harmonia de um vinho e desequilibrar outro.
"Verificámos que o mesmo vinho ficava completamente diferente quando servido em distintos copos. A diferença é tanta que mesmo os conhecedores mais experientes eram levados a acreditar que estavam a provar vinhos diferentes", disse.
"A física molecular explica hoje perfeitamente aquilo que há 100 ou 150 anos foi apurado à custa de muitas tentativas e erros. Hoje sabemos isso", disse à Lusa.
Na prova de vinhos, Georg Riedel apresentou, durante uma hora e meia, quatro vinhos correntes, dois brancos e dois tintos e fê-los circular por seis diferentes copos.
À medida que cada vinho mudava de copo acentuava umas características e perdia outras até ficar completamente irreconhecível quando tomado num copo plástico de paredes planas. Todavia, ao regressar ao copo original, cada vinho voltava a readquirir a plenitude das suas características iniciais.
Cada um dos mais de 100 participantes na prova, a maior parte ligados ao sector do vinho, pôde sentir a importância do tamanho e do formato na interpretação da mensagem de um bom vinho.
"O tamanho de um copo é importante, influenciando a qualidade e intensidade dos aromas", disse sublinhando cada copo deve ser cheio até apenas um terço sua altura de cada vez.
Georg Riedel afirmou que "vinhos tintos pedem copos maiores, vinhos brancos copos médios, enquanto as aguardentes pedem copos menores para enfatizar a fruta e não o álcool".
O fundamental é que o copo seja desenhado de forma a transmitir os quatro elementos principais de todos os vinhos encerram da forma mais harmónica: a fruta, os elementos minerais, a acidez e os elementos amargos.
"Em rigor, cada uma das principais castas de uvas deveria ter o seu copo ideal, mas a generalidade dos vinhos pode ser cobertas com cinco formas básicas de copo, duas para brancos, três para tintos", afirmou Georg Riedel.
O especialista descobriu recentemente que "o copo usado para os vinhos do vale do Rhône (Ródano) é também o ideal para os vinhos à base da prestigiada casta portuguesa Touriga Nacional".
Quanto à polémica entre o uso de rolha de cortiça e a sua grande concorrente, a rolha metálica de enroscar (screw cap), Georg Riedel confessa-se partidário da primeira.
"Sou um tradicionalista, gosto da rolha de cortiça, acho que é o melhor vedante para o vinho porque lhe dá a possibilidade de respirar", afirmou.
Admitiu, no entanto, que "a screw cap, por ser prática e por evitar o chamado gosto a rolha, que acontece quando uma rolha se estraga, tem sido escolhida por muitas marcas, algumas delas excelentes. É possível que essa tendência possa vir a crescer".
(ES)

sábado, 7 de novembro de 2009

FIM DE SÁBADO NA ADEGA TONEL


Visitando a Adega Tonel do Rudge fazendo uma lista de vinhos a serem degustados nas aulas de Enologia do SENAC, conversei com o Paulo e o proprietário Sr. Carlos Lucin.


Encontrei vinhos interessantes de bom preço como:


- Chile: Casa Del Toro, carmenere R$ 17,80

- Chile: Cosecha Tarapacá, sauvignon blanc R$ 16,88

- Brasil: Espumante Casa Perini, moscatel R$ 20,80

- Brasil: Fausto (Pizzato), merlot R$ 19,80

- Itália: Orvieto Clássico, branco R$ 18,80


Uma boa sugestão de presente: um kit de duas taças e um espumante brut Fausto a R$ 39,80.


A Adega Tonel tem 32 anos e fica no bairro de Rudge Ramos em São Bernardo do Campo, a rua Afonsina, 316. Fone: 4365-2020.


EDUARDO TLACH

VINHO AO SEU ALCANCE


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vai visitar Lisboa ? Aproveite e veja essa casa que trata sua fome e sua sede.


Bar Retiro do Baco

Começou por ser um túnel de acesso às cavalariças do Palácio das Necessidades, em Lisboa, tem mais de duzentos anos de história e uma aura mágica. Chama-se Retiro do Baco, abriu as portas no início de Outubro com a missão de servir vinhos e petiscos ao som de fados e guitarradas. Para quem goste do néctar dos deuses e para quem não goste também.

Onde é que se pode beber um copo de um bom vinho e comer uma tábua de queijos às duas da manhã em Lisboa?". Foi para encontrar uma resposta para esta pergunta que José Manuel Jerónimo e João Santos, amigos de longa data, resolveram abrir um "wine bar" na cidade alfacinha. O espaço descoberto há mais de cinco anos foi o grande motor de arranque. Um anúncio no jornal que chamou a atenção, uma visita ao local que veio a revelar-se decisiva. "Quando aqui chegámos e nos deparámos com este espaço, nem queríamos acreditar no que estávamos a ver", relembra João Santos. O que estavam a ver era nada mais do que uma sala com cerca de trezentos metros de comprimento por quatro de largura, paredes de pedra natural, tectos abobados em tijolo, porta de madeira maciça com ferrolho de ferro. "Tudo datado de 1740, altura em que este espaço era um túnel que fazia a ligação entre Alcântara e as cavalariças do Palácio das Necessidades. Era por aqui que passavam os cavalos", explica José Manuel Jerónimo.

Encantados com o local, os dois sócios fizeram da preservação um ponto de honra. Mandaram vir arquitectos de Itália que lhes sugeriram a melhor maneira de conservar a humidade própria da pedra, deixando-a respirar. Fizeram o mínimo de intervenção possível, mantiveram o ar medieval, rematado com o chão de tijoleira, as cadeiras de ferro. As luzes são baixas, as cartas de vinhos feitas de cortiça. "Nada foi deixado ao acaso, os copos, a carta, o serviço são para nós a referência da casa", salienta João Santos. Como exemplo, os copos onde é servido o vinho são da marca Schott - Zwiesel, "uma das melhores marcas de copos para degustação", acrescenta o proprietário do espaço.

"Consoante o vinho que se esteja a beber faz toda a diferença o copo em que este é servido. Há copos próprios para vinhos mais encorpados, para vinhos mais frutados, para vinhos mais jovens...", explica João Santos. E para lá dos copos, como "este é um público muito exigente", os senhores do Retiro do Baco não descuraram também a carta que apresentam. Nas opções a copo, tanto de branco como de tinto, a aposta vai não só para a qualidade como para a rotatividade. "A ideia é que uma pessoa que venha cá de quinze em quinze dias e peça vinho a copo possa provar sempre vinhos diferentes."

Já nos vinhos a garrafa, a escolha é vasta, com mais 150 rótulos provenientes não só de Norte a Sul de Portugal como também de diversos países, como Austrália, França, Itália, Canadá e Chile. Da carta, os dois sócios salientam a presença de alguns vinhos de referência. Entre os brancos, o austríaco Anton Bauer Ried Berg Riesling, o Yvon et Pascal Tabordet Saucerne do Vale do Loire e o Quinta da Bacalhôa. Entre os tintos, o José de Sousa Mayor e o Hexagon, ambos da casa José Maria da Fonseca. O tinto Quinta do Carmo 2004 e o David Huband Vosne Romanée C, colheita 2005 são outras das boas opções que o Retiro do Baco apresenta.

Para quem quer experimentar algo de diferente, este novo Wine Bar oferece ainda a possibilidade de degustar Ice Wine, um vinho cujas bagas são colhidas já congeladas, em pleno Inverno, à noite. A vindima é feita entre Dezembro e Janeiro. "Para as senhoras que não apreciem vinho, temos ainda um vinho italiano chamado "Sangue de Judas", que é um vinho tinto frisante com aroma a amoras, framboesas e que é servido à temperatura de um branco."
Para acompanhar os sabores etílicos, o Retiro oferece sons de fado - por enquanto apenas em CD - e tábuas de petiscos. Bons azeites para molhar no pão, azeitonas salteadas, paio Pata Negra, chouriço de Arganil, lombo de porco ibérico, queijo de cabra transmontano, Taleggio e São Jorge, entre outras variedades artesanais feitas com leite cru. Tudo isto acompanhado de compotas de framboesa, cereja ou abóbora. Para comer, beber e voltar a repetir.

Petiscos para o futuro
Como não há nada melhor para acompanhar um bom copo do que uma boa iguaria, o Retiro do Baco tem já na calha uma ementa recheada de sabores a saltarem em breve para a mesa. Para ir abrindo o apetite, aqui vão alguns exemplos do que por lá vai haver: migas de perdiz de escabeche, miniaturas de pato com laranja, croquetes de queijo de cabra, folhados de capão com "foie" e maçã caramelizada, vulcão de cordeiro confitado. No que toca às sobremesas, a pirâmide de chocolate crocante e o requeijão com doce de abóbora serão num futuro próximo as primeiras opções.

Estacionamento
Podia ser mais fácil, mas também podia ser mais difícil. Não há parques por perto, mas também não há parquímetros e a polícia local é benevolente.


Local: Lisboa, Rua Prior do Crato, 6


Horários: Segunda a quinta das 18h00 às 02h00
Sexta e sábado das 18h00 às 04h00


Preços: Preços das bebidas: vinho a copo entre os 2 e os 7,50 euros; vinho a garrafa entre os 12 e os 70 euros; cerveja entre os 2 e os 3 euros; bebidas brancas entre os 6 e os 12,50 euros; cocktails a 7 euros; sumos a 2 euros; café Nespresso a 1,50 euros.


Obs.: Comida: tábuas de queijos entre os 8 e os 10 euros e tábuas de enchidos entre os 4 e os 6 euros. Espetadas de frango com ananás ou de porco com molho doce e chamuças de queijo feta e menta (por agora gratuitas, preço a definir no futuro). Pode-se fumar em todo o bar.


Catarina Serra Lopes

www.clix.pt

terça-feira, 20 de outubro de 2009





NOVO BAG IN BOX

COM 2,25 LITROS

O produtor de Vinho Constellation Europe desenvolveu uma nova embalagem de Bag in Box.

O projeto começou em abril de 2008, mantém

os vinhos frescos por até seis semanas, vai substituir caixas de vinho 3 litros com uma nova caixa de 2,25 litros que pode ser manipulado de maneira diferente dependendo se for de vinho tinto ou branco.

David Cunningham, vice-presidente de desenvolvimento de negócios na Europa Constellation, diz que o branco será armazenado horizontalmente “para torná-lo mais amigável na geladeira e o tinto será armazenados verticalmente”.

No momento esta embalagem estará a venda apenas na Inglaterra com os vinhos da Hardys Nottage Hill, aqui no Brasil teremos que esperar a iniciativa dos vinicultores brasileiros e também das indústrias de embalagens locais.

EDUARDO TLACH

VINHO AO SEU ALCANCE



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

VINHO DE MESA

Vinho Dom Bosco, da Cereser, presta sua homenagem ao Círio de Nazaré

www.revistafator.com.br

O Vinho Dom Bosco, um produto da Cereser - empresa que preza e apóia as tradições brasileiras - presta sua homenagem ao Círio de Nazaré, que há mais de 200 anos é, para a população de Belém do Pará, um marco de devoção à Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da cidade. Mesmo aqueles que não são católicos acabam se rendendo à contagiante manifestação de fé, tão ou mais importante que o Natal para a região.

São 15 dias de festividades que culminam com uma procissão no segundo domingo de outubro (dia 11) que sai da Catedral da Sé e vai até a Basílica Santuário, percorrendo 4,5 km e encerrando-se no "Recírio” (quando os paraenses se despedem de sua padroeira, após a grande procissão de domingo, como uma despedida entre mãe e filho).

O Vinho Dom Bosco marca presença na Festa patrocinando a cobertura do Círio de Nazaré em duas rádios locais de grande expressividade. Além disso, a ação promocional contempla ainda a implementação de 25 outdoors em pontos estratégicos da cidade e distribuição de abanadores aos participantes da procissão.

Vinho Dom Bosco - Uma bebida para todos os momentos! É assim que podemos descrever o Vinho Dom Bosco, um dos produtos mais antigos da Cereser. Lançado em 1947, o vinho é elaborado a partir da combinação de uvas Isabel e Bordeaux e está disponível nas versões Tinto Suave, Tinto Seco e Branco Suave.

Dotada de modernos equipamentos que garantem a qualidade do que produz, a Cereser possui fábricas em Jundiaí (SP) e Suape (PE). A empresa atualmente exporta parte de sua produção para Venezuela, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, China, Japão, Angola, Namíbia, entre outros, totalizando mais de 40 países.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ALMADEN VENDIDA PARA A MIOLO

A Pernod Ricard vendeu a Almaden para a Miolo Wine Group.

A negociação inclui os direitos da marca, o vinhedo e a fábrica da Almaden em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul. O valor não foi revelado e a negociação deverá ser concluída até o final deste ano.

EDUARDO TLACH

VINHO AO SEU ALCANCE

O LENTO ADEUS A CORTIÇA

Interessante matéria de Reinaldo Paes Barreto, no site www.enoeventos.com.br

Até o início do século 18, os bebedores de vinho não dispunham nem da rolha, nem da garrafa atuais. O vinho era retirado dos tonéis logo após a fermentação e colocado em odres, ou ânforas, as quais eram vedadas precariamente com tampões de linho, ou estopas, embebidos em linhaça, e ali permanecia o menor tempo possível, isto é, até ser colocado em pequenas jarras e transportado à taça dos convidados - que o bebiam, portanto, ainda jovem.

A descoberta da rolha de cortiça e da garrafa foram, por conseguinte, as maiores conquistas enológicas de todos os tempos!

A rolha de cortiça é retirada da casca do sobreiro – quercus suber - árvore de crescimento demorado (30 anos), encontrada basicamente em Portugal, na Espanha e na Grécia, e só a partir de 1700 passou a ser amarrada por barbantes às garrafas. Nessa época, era formada de cubos maciços de cortiça com arestas aparadas; só em 1820 surgiu o primeiro dispositivo para produzir rolhas cilíndricas. Ainda hoje, a sua vida útil varia em média de 20 a 50 anos.

Antes de ser colocada no topo do gargalo, a rolha deve ser esterilizada de forma padronizada e científica. A incorreta esterilização pode introduzir nas garrafas resíduos de cloro, fenóis, umidade e mofo (conhecido como TCA), que provoca o “gosto de rolha velha” - bouchonné.

As outras duas modalidades de vedação são a rolha sintética e a tampa de rosca, ou screw-cap.

A rolha sintética é, hoje, uma realidade no mundo do vinho. A Nomacorc, por exemplo, está se unindo à Universidade Católica do Chile, para iniciar um estudo visando melhorar a qualidade dos vinhos, isto é, dosando a entrada de oxigênio para estimular seus aromas e evolução. A rolha sintética é utilizada largamente no mundo, às vezes pura, outras vezes como "miolo" da de cortiça.

Agora, a polêmica screw-cap. Os primeiros produtores a utilizá-la foram os da Nova Zelândia e da Austrália, desde o final dos anos 90. Hoje, até a França aderiu – eles lá chamam de stelvin – e, atualmente, há bons rótulos de borgonhas e bordeaux no mercado com esse tipo de vedação. É como uma tampa de refrigerante, revestida de um material que pode ficar em contato com o vinho. Suas vantagens são as de apresentar 0% de risco de contaminação aromática, poder ser tirada e recolocada na garrafa, além de ser altamente indicada para vinhos que não necessitam da presença do oxigênio para melhorar.

"É melhor uma tampa de rosca do que uma rolha ruim", diz Paulo Nicolay, enólogo que assina as cartas de vinhos de vários restaurantes cariocas.Dionísio Chaves, sommelier premiado e responsável pela carta e serviço de vinhos do Fasano-Rio, concorda: "Acho que a tampa de rosca é a única saída para vinhos jovens. Com a quantidade de vinhos que estão sendo engarrafados no mundo, não há cortiça que dê conta. Só vai ter rolha boa para vinhos de grande guarda. E, mesmo para esses "longevos", os produtores da screw-captêm a resposta: já são produzidas tampas com diferentes materiais, de acordo com o "perfil do vinho". Ou seja: tampas com micro-orifícios, para vinhos a serem consumidos em até 10 anos."

Moral da história:

A rolha de cortiça tem todo o charme de ser algo antigo, tradicional, faz parte do imaginário de uma garrafa de vinho. Por outro lado, o custo da matéria-prima mais o processamento é alto e às vezes chega a custar entre 25 e 50 cents de euro, podendo chegar a 1 euro - mais do que o preço de custo de um litro de alguns vinhos.

As rolhas sintéticas são mais em conta e barateiam o custo de produção do vinho, mas não têm o charme e a tradição das rolhas de cortiça, nem a aparência de modernidade das de metal.

As screw-cap são as mais baratas de todas, custando no máximo 25 cents de euro. E a maioria já apresenta micro-furos que permitem a passagem de ar. Vinhos australianos, neo-zelandeses, franceses, americanos e alguns chilenos e argentinos já estão adotando este novo formato.

Provocação: já pensaram num Petrus, ou um Barbaresco, ou um Opus Onecom screw-cap? É difícil, mas é bom deixar a emoção de lado, porque a vida é a arte do possível e qualquer dia vão embelezar tanto o design da screw-cap, - com nano-reproduções de Portinari, Di, Fukuda, etc... - que não sei não... O consolo é que o bom, mesmo, é o vinho: a gente não bebe nem a garrafa nem a tampa! Saúde.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tragédia com Vinho

Em Portugal saiu a notícia que três pessoas faleceram intoxicadas quando produziam seu vinho em 28 de setembro deste ano.
O casal Ângelo Rosado, 74 anos, e a mulher Isilda de Jesus, 72 mais o amigo Fernando Carvalho, 61 anos faziam o seu tradicional vinho em uma vinícola pouco arejada, nos arredores de Coimbra.
O acidente provavelmente aconteceu supondo-se que um deles estaria prensando o bagaço resultante depois da fermentação do vinho dentro do respectivo tanque , teria desmaiado e caído no local. O amigo tentou salvá-lo mas também desmaiou, por fim a senhora também tentou salvar os dois mas teve o mesmo triste fim, todos vítimas da inalação do dióxido de carbono e de falta de oxigênio.

Isso me faz lembrar de que meu pai também produzia vinho em sua casa na República Tcheca e dizia que ao fazer o vinho embaixo de sua casa para saber se podiam descer após a fermentação, ele desciam uma vela acesa, se ela se apagasse ainda havia o perigo do gás mortal, se permanecesse acesa era hora de descer e engarrafar.

No caso das pessoas acima, havia pouco arejamento na área, e trabalhar sem proteção nesses locais se torna muito perigoso.


Triste notícia mas esse fato as vezes pode acontecer com produtores experientes.


Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


PORQUÊ OS CONSUMIDORES BRASILEIROS COMPRAM VINHOS PELA INTERNET

O maior portal de vendas de vinho da internet brasileira cria novos filtros para facilitar ainda mais a experiência de compra do cliente;

• Novidades são baseadas em pesquisas que traçam o perfil do consumidor de vinhos brasileiro.
A Wine (www.wine.com.br) , líder no comércio eletrônico de vinhos na internet brasileira, introduziu uma série de novos filtros em seu portal de compras. O objetivo é auxiliar os clientes na decisão de compra, tornando a experiência de escolher vinhos no portal ainda mais agradável. As mudanças no site originaram novas áreas de busca. Agora, os clientes da Wine também podem optar por escolher seus vinhos pelos filtros "tipo de uva”, "boas compras” (bons vinhos por até R$ 40) e "rótulos pontuados”, além de ainda poderem contar com os filtros pré-existentes "tipos de vinho”, "países” e "faixas preço”.
As novidades foram baseadas em pesquisas que determinam os fatores motivadores de compra de vinhos pelos consumidores brasileiros.Uma das pesquisas que embasaram as mudanças foi a Wine Intelligence Brazil Vinitrac, referente a 2008 e divulgada em Maio de 2009.
Segundo o levantamento, as principais motivações de compra de vinho dos brasileiros são promoções especiais e degustação prévia de determinado rótulo. Segundo esta mesma pesquisa, há algumas peculiaridades entre os consumidores cariocas e paulistanos. A região e país de onde o vinho é proveniente, e o tipo da uva, influenciam mais a decisão de consumidores da capital fluminense do que a dos da capital paulista. Já os apreciadores de vinho de São Paulo são mais motivados pela indicação de familiares e amigos do que os consumidores cariocas. Seguindo a direção apontada pelas pesquisas, a Wine traz sempre promoções especiais a seus clientes, como foi o caso da promoção da WineBox com seis garrafas de Casillero Del Diablo Cabernet Sauvignon 2008 por R$ 150,00, que bateu recorde de vendas na internet brasileira, com cerca de 15 mil garrafas vendidas em 30 dias."
A Wine é completamente dedicada ao consumidor brasileiro de vinhos. Por isso, estamos sempre buscando melhorar a navegabilidade do site para se adequar ao perfil de nossos consumidores”, afirma Anselmo Endlich, diretor de Marketing e TI da Wine. "
A Wine também conta com a seleção de vinhos do Sommelier Wine, Manuel Luz, que além de criar seleções especiais sazonais no site, traz também dicas de harmonização com diversos tipos de pratos. Tudo isso para otimizar ao máximo a escolha de nossos clientes”.
Diferenciais Wine
A Wine é uma loja virtual multimarcas.
Oferece grande variedade de vinhos finos, com mais de 1.500 rótulos fornecidos por 20 importadoras das melhores marcas de vinhos provenientes das principais regiões vinícolas do mundo (Portugueses, Espanhóis, Chilenos, Franceses, Italianos, Uruguaios, Sul–Africanos, Alemães, Argentinos, Australianos, Neo-Zelandeses e Marroquinos).
Todos os clientes da Wine recebem suas compras na WineBox, caixa especialmente desenvolvida para o transporte de vinhos e homologada para transporte aéreo.
A WineBox tem design exclusivo em três tamanhos, que acondicionam duas, quatro e seis garrafas.
Independentemente da quantidade solicitada, a Wine cobra um único valor para entregar os vinhos (R$ 20,00), sendo a menor taxa de entrega do mercado.
O consumidor tem uma série de vantagens ao fazer suas compras na Wine. Vinhos e acessórios podem ser parcelados em até 6 vezes sem juros.
A Wine tem o menor prazo de entrega em seu segmento no país, que é de 48 horas para todas as capitais brasileiras e mais de 400 cidades.
Fonte: SEGS Portal Nacional http://www.segs.com.br/saude

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Holandeses estão na Serra para conhecer vinícolas gaúchas

Quatro jornalistas holandeses dos principais veículos impressos dos Países Baixos participam, de hoje (14) até quarta-feira (16), de um roteiro por seis vinícolas localizadas na serra gaúcha. As visitas técnicas são organizadas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do projeto Wines From Brazil, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Embaixada do Brasil em Haia (Holanda) e TAM Linhas Aéreas. O roteiro contempla empresas exportadoras do Wines From Brazil, como Aurora, Casa Valduga, Courmayeur, Lidio Carraro, Miolo e Salton.

A vinda dos jornalistas holandeses foi acertada na degustação de vinhos realizada dia 1º de abril deste ano, em Haia, na residência do embaixador brasileiro nos Países Baixos, José Artur Denot Medeiros. “Foi lá que os jornalistas holandeses manifestaram o interesse em conhecer as vinícolas brasileiras”, lembra a gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan. Ela destaca que esta é a primeira parceria em um projeto imagem feita pelo Ibravin com a Embaixada brasileira na Holanda e a TAM para trazer jornalistas estrangeiros ao Brasil. “A TAM está com uma estratégia inteligente para atrair os holandeses ao Brasil, utilizando um novo atrativo, o roteiro enogastrômico”, comenta. “Com a exibição das vinícolas daqui nos principais jornais da Holanda, certamente muitos turistas se sentirão entusiasmados a virem ao Brasil”. Além das visitas nas vinícolas da serra gaúcha, eles também conhecerão alguns atrativos turísticos do Estado, como a Maria Fumaça, os Caminhos de Pedra e a região das Hortências.

Mercado holandês
Andreia ressalta que a Holanda é o 4º principal destino de vinhos e espumantes brasileiros – e o 3º para as vinícolas exportadoras pertencentes ao Projeto Setorial Wines From Brazil. A degustação na residência do embaixador brasileiro em Haia contou com a participação de oito vinícolas verde-amarelas – Aurora, Miolo, Salton, Casa Valduga, Lidio Carraro, Boscato, Garibaldi e Vinibrasil. “A Holanda possui características bem peculiares de consumo, é um país aberto a novos produtos”, observa Andreia. “Os consumidores gostam de vinhos modernos e frutados, como os brasileiros”, revela.


Exportação
O crescimento das vendas para a Holanda é animador. Em 2007, foram exportados 181,2 mil litros, que renderam US$ 365,8 mil, fixando o país como 5º maior importador dos vinhos brasileiros. Em 2008, os resultados foram ainda melhores. Foram 340,4 mil litros colocados no mercado holandês – um acréscimo de 88% e um degrau a mais no ranking de compradores do Brasil. Este volume gerou um faturamento de US$ 783,6 mil no ano passado, 114% superior a 2007.


Ao contrário dos outros setores de bebidas alcoólicas, o mercado de vinhos não é dominado por marcas. No total, há mais de 30 mil diferentes vinhos disponíveis. “O mercado de vinhos é o único das bebidas alcoólicas que está crescendo nos Países Baixos”, comemora a gerente de Promoção Comercial do WFB.

Fonte: IBRAVIN - www.ibravin.org.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Turistas participam de fabricação de vinho em enoteca lusa

Em setembro, na Enoteca Douro, no norte de Portugal, é época de colheita também para os turistas, que podem participar de parte da fabricação de vinhos, incluindo a tradicional pisada nas frutas. O programa custa 55 euros.

A Enoteca Douro, na Quinta da Avessada, teve que antecipar o seu programa de colheita porque o corte das uvas este ano começou mais cedo em função do tempo seco.

Luís Barros, o proprietário da enoteca, disse à Agência Lusa que este espaço é o "único" do Douro que oferece o programa de colheitas todos os dias.

Os turistas podem se munir de tesouras e baldes e, ao som da concertina (instrumento musical popular que teve a sua origem na Europa por volta de 1830, semelhante à sanfona), seguir para o meio dos vales para o corte das uvas.

O programa começa com um café da manhã. Contudo, depois dos trabalhos na vinha os turistas fazem uma refeição tradicional, feita em panelas de ferro.

Barros afirmou ainda que os programas de colheita começaram a ser vendidos em janeiro, mas com especial incidência para a segunda quinzena de setembro.

A antecipação das colheitas não deu tempo para ações de promoção, mas, mesmo assim disse que, entre domingo e terça-feira, recebeu três grupos de turistas.

O proprietário diz que a enoteca é a primeira interativa da Península Ibérica e mostra os processos e tradições da produção de vinho na mais antiga região demarcada do mundo.

Segundo ele, a enoteca possui 25 produtores-engarrafadores do Douro como parceiros e 220 produtos em exposição.

FONTE: Agencia Lusa

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

TRISTE NOTÍCIA PARA OS APRECIADORES DE VINHO

O mundo do vinho ficou triste hoje com o falecimento de Saul Galvão.

Segundo informou O Estado de São Paulo, Saul tinha 67 anos e sofria nos dois últimos anos de câncer vindo a falecer nesta quarta.

Tintos e Brancos era o nome de sua coluna no Estadão e também o nome de seu livro mais famoso na área dos vinhos, referência para amadores e profissionais.

Vinho ao seu Alcance presta homenagem a esse grande crítico de vinhos e da gastronomia: sante Messieur ! Grands vins dans le ciel !

Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Viajando pela França, Chateauneuf du Pape , Avignon.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Concurso Mundial de Vinhos em PETROLINA


A cidade de Petrolina (PE) recebe a sexta edição do Concurso Mundial de Bruxelas – Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos Finos, coorganizado pelo belga Concours Mondial de Bruxelles, entre os dias 10 e 13 de setembro.


O evento brasileiro será realizado pela segunda vez no Nordeste do País, e este ano terá como cenário o Vale do São Francisco, uma das mais novas e surpreendentes regiões vinícolas do Brasil.


Um júri formado por seis profissionais internacionais atuantes na Inglaterra, Bélgica, Itália, Alemanha, Japão, Portugal e Estados Unidos, além de 15 jornalistas brasileiros especializados irão avaliar vinhos e também destilados elaborados no País. O objetivo dos organizadores é divulgar as bebidas no mercado internacional, tendo como avalistas profissionais reconhecidos internacionalmente, e obter uma avaliação real dos produtos brasileiros sob a visão de especialistas estrangeiros, com cultura e paladar diferentes dos nossos.


Em sua sexta edição consecutiva, são esperadas aproximadamente 200 amostras de vinhos finos do Brasil, entre espumantes, tintos, brancos e rosados, secos e doces, e cerca de 50 amostras de destilados. As medalhas concedidas são Grande Ouro, Ouro, Prata e Bronze, e seguem os critérios da Organisation Internationale de la Vigne et du Vin (OIV).


O Concurso Mundial de Bruxelas - Edição Brasil é organizado pela revista Vinho Magazine e aVinopres, empresa que há mais de dez anos realiza o Concours Mondial de Bruxelles. O evento conta, ainda, com o apoio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex), do Instituto do Vale do São Francisco, do Sebrae-PE, da prefeitura de Petrolina e do governo do Estado de Pernambuco.


Fonte: BRASILTURIS JORNAL

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PORQUE TOMAR VINHO


Vídeo muito interessante enviado pelo amigo Ivano Caron, discute as qualidades do vinho tinto, os polifenois e o resveratrol.

Saúde !

Eduardo Tlach
VINHO AO SEU ALCANCE

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Almaden em nova fase?

A vinícola Almaden pertencente a Pernod Ricard, poderia ser negociada, segundo informou o site do jornal DCI. Nesses últimos anos as vendas da Almaden caíram de um milhão e cem mil caixas (seis garrafas), para 300 mil caixas.

Em 1974, a Almadén foi pioneira ao plantar uvas viníferas européias na Campanha, região entre Bagé e Rivera no Uruguai.

As principais interessadas seriam a Salton e a Miolo.

A Pernord Ricard não se manifestou, portanto são só especulações até o momento.



Eduardo Tlach

VINHO AO SEU ALCANCE

domingo, 23 de agosto de 2009


UM LIVRO FORA DO ALCANCE...


AS MELHORES ADEGAS

Livro sobre e com vinhos vai custar um milhão

Um livro sobre as 100 melhores adegas do mundo, que pesará 30 quilos e do qual só serão editados 100 exemplares, vai estar à venda na Primavera de 2010 por um milhão de euros.

A obra virá acompanhada por 600 garrafas de vinho: seis de cada um dos 100 produtores que serão seleccionados para a obra única. A iniciativa é da Kraken Opus, uma editora de livros de luxo, sem precedentes e que identifica como a sua missão "produzir publicações de luxo, à escala épica, apresentados num formato de desenho único". A editora é responsável por livros extravagantes sobre figuras como a estilista Vivienne Westwood ou o futebolista Diego Maradona. No caso deste livro sobre e com vinhos, a Kraken Opus vai convidar um painel de especialistas que escolherá uma lista de 300 produtores. Um segundo grupo de 40 enólogos e escanções fará a selecção final.

http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1342129&seccao=Livros