quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


PRIMEIROS DIAS NA CANTINA


Tr
abalhar na cantina é algo bem diferente do que mostrar a vinícola da passarela na Salton.

Comecei puxando as mangueiras que são ligadas aos tanques e as bombas para trasfegar (mudar de um tanque a outro), o suco de uva.

Também adicionando SO² (conservante), aos vinhos.

Confesso que não conhecia o SO² de perto, trabalhei por enquanto com o líquido que só de colocar no balde e andar com ele pela vinícola é muito estranho, ele começa a entrar pela garganta e pelo nariz, quem trabalha a mais tempo na vinícola diz que não percebe mais.
Quando estão usando o SO² em gás é mais nítido ainda.

Mas trabalhar na cantina está sendo um grande aprendizado. Aprendi muito mais nesse ano que passou cursando a faculdade de Viticultura e Enologia e trabalhando na vinícola do que em muitos anos atrás de informações e cursos em São paulo sobre o mundo do vinho.


EDUARDO TLACH
VINHO AO SEU ALCANCE

sábado, 15 de janeiro de 2011


Janeiro, começa a colheita das uvas.

Na Salton já recebemos uma parte das uvas para suco e chardonnay para espumantes.

Segunda feira começa a colheita firme, minha nova fase na Salton, dentro da cantina, vou acompanhar e trabalhar nesse processo.

Na colheita são preparados todos os vinhos do ano, toda a matéria prima é recebida de janeiro a março.


EDUARDO TLACH
VINHO AO SEU ALCANCE

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Já se fazia vinho há seis mil anos


Foi descoberta uma unidade de produção vinicula, numa gruta, na Arménia

Fonte: tvi24

Uma unidade de produção de vinho com 6.100 anos, a mais antiga de que há memória, foi descoberta numa gruta na Arménia, anunciou esta terça-feira uma equipa internacional de arqueólogos, citada pela AFP, escreve a Lusa.

Antes desta descoberta, os vestígios de equipamento de produção vinicula datavam de há 5.000 anos.

«Pela primeira vez, temos uma imagem arqueológica completa de uma produção de vinho com 6.100 anos de idade», congratulou-se Gregory Areshian, responsável pelas escavações e director adjunto do Instituto de Arqueologia Cotsen na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


EDUARDO TLACH
VINHO AO SEU ALCANCE

sábado, 1 de janeiro de 2011

28-12-2010
As qualidades de uma garrafa de vinho do fundo do mar

Fonte: Euronews

Cientistas e produtores vinícolas do País Basco lançaram uma curiosa investigação. O projecto Plentzia ambiciona ser o primeiro laboratório submarino de vinhos do mundo. O objectivo é saber se há alterações na qualidade do vinho conservado no fundo do oceano.
À superfície, os cientistas analisam as amostras para compreender o processo de envelhecimento do vinho. Iñaki Etaio, um dos cientistas do projecto Plentzia, explica que “cada garrafa no oceano tem uma irmã gémea na cave o que permite comparar e saber se há diferenças resultantes das condições de conservação”.
Os primeiros resultados já permitem tirar algumas conclusões. “O vinho é mais redondo, mais expressivo com mais carácter e estrutura”, considera o enólogo Iñaki Murillo.
“Vinhos do fundo do mar”: uma experiência científica que poderá vir a seduzir os apreciadores do néctar dos Deuses.


EDUARDO TLACH
VINHO AO SEU ALCANCE